quarta-feira, 19 de julho de 2017

Uma noite no Hospital São Paulo


O Hospital São Paulo, conhecido por todos aqueles que nas horas de uma necessidade maior, é o ponto de abrigo, de socorro para todos quanto estão com algum problema de saúde.
E eu lembro muito bem que foi nesse hospital que eu tive meu primeiro filho.
Eu, que nessa época não conhecia hospital nenhum fiquei maravilhada com toda aquela assistência e carinho que recebi.
Quantas e quantas mães não passaram pelo mesmo que passei?
Eu pergunto, quem já não esteve no Hospital São Paulo?
Seja pra resolver uma simples dor de barriga, ou pra resolver uma situação de emergência?
Ontem, dia 18 de julho, exatamente as 21 horas, tive que sair correndo com meu filho a procura de uma emergência médica.
E como sempre, sabemos de cor e salteado: "vamos ao Hospital São Paulo"
Meu filho se contorcia de uma repentina dor abdominal e pressão alta.
Nós tremíamos de tanto frio, mas a necessidade, quando o assunto é saúde, não existe em lugar nenhum do mundo desculpas, temos que dar um jeito e resolver, ou procurar resolver.
Chegamos ao pronto socorro do Hospital São Paulo.
A casa de todo mundo que necessita de socorro. É assim que eu falo desse hospital.
E tão grande a minha aflição foi também a tristeza ao ver a aparência daquele que é um ponto de referência em matéria se saúde. Embora caindo aos pedaços ainda existe calor humano ali entre aquelas paredes.
Lembrei do frio que fazia lá fora, e creio que esse frio que chega a doer na pele não é tão gelado quanto as causas que levaram ao Hospital São Paulo a ficar nessa situação. A madrugada avançava:
Pacientes chegando, ambulâncias com pessoas feridas chegando, crianças necessitando de primeiros socorros, idosos passando mal, essas coisas que todos sabem que existe nos prontos socorros.
Graças a Deus ainda existem pessoas que no exercício de suas profissões se preocupam umas com as outras.
Ontem pude ver de perto como é que nesse mundo tão desigual ainda existem pessoas que tratam as pessoas como seres humanos.
Pessoas assim como as que cuidam dos doentes. Que dão o melhor e si em função dos que agonizam com problemas de saúde.
Fomos muito bem tratados tanto na recepção, como pelos médicos como pela enfermaria num hospital com tão poucos recursos mesmo assim meu filho foi muito bem medicado e voltou pra casa sem dor.
Agora, sob orientação da médica que nos atendeu, mas depois medicado e atendido vamos buscar os exames que dirão o porque da dor abdominal do meu filho.
Já que nada podemos fazer, peçamos a Deus que ilumine a mente de alguém que possa ajudar ao HOSPITAL SÃO PAULO.




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