quarta-feira, 17 de maio de 2017

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Curso Básico de Panos de Prato com Parch Aplique

domingo, 7 de maio de 2017

A Familia


Esse post faz parte da Blogagem Coletiva #52semanasdegratidão da Elaine Gaspareto.



Esta semana aconteceu um fato inédito na minha família e eu não poderia deixar de registrar aqui porque é sem duvida nenhuma uma demonstração do amor de Deus, que nos diz a todos os momentos que Ele nos ama.
Na verdade, existem situações que as palavras são insignificantes demais para defini-las e como num conto de fada foi assim que aconteceu.
Eu mesma, assim como todos os meus irmãos não tivemos a felicidade de conhecer os nossos avós, tios e tias.
Por razões que não sabemos explicar meus pais perderam o contato com a família.
E assim foi. Crescemos, ficamos adultos, constituímos cada um a nossa própria família, meus pais faleceram e a vida segue o seu curso.
Mas aquela esperança de encontrar a nossa família nunca morreu em nossos corações.
Quando eu tinha mais ou menos uns 8 ou 10 anos lembro que uma irmã da minha mãe esteve lá em casa. Ela estava de passagem para morar em MG e passou lá em casa juntamente com o seu marido e filhos. E nos deixou uma foto.
E hoje depois de tantos anos, foi com essa foto que conseguimos localizar uma parte da família da minha mãe.
Essa minha tia, que esteve na casa da minha mãe, faleceu o ano passado e com 91 anos.
Uma pena não ter a oportunidade de ve-la.
Ainda estamos meios que abobalhados, tão grande foi a alegria que sentimos pelo fato de saber que nós como todas as pessoas nesse mundo também temos uma família.
A minha irmã postou aquela foto no facebook e foi assim que a nossa família apareceu.


Não poderia deixar de registrar aqui a minha gratidão a todos quanto contribuíram de alguma forma para nos proporcionar essa alegria.


Essas são as coisas boas e positivas que a internet e o facebook pode nos proporcionar.
Portanto a minha eterna gratidão.
Pena que a minha mãe não esteja mais aqui, mas de onde estiver com certeza compartilha conosco essa alegria.


Esse post faz parte da Blogagem Coletiva #52semanasdegratidão da Elaine Gaspareto.





quarta-feira, 26 de abril de 2017

Abuso

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Esse telefone me liga de instante em instante e quando vou atender ninguém responde.

sábado, 15 de abril de 2017

Quando uma porta se fecha

Esse post faz parte da Blogagem Coletiva #52semanasdegratidão da Elaine Gaspareto.



Muitas das vezes somos surpreendidos com nuvens negras em nossos caminhos, as quais chamamos de dificuldades, problemas, decepções, perdas etc.

Não é exatamente o que queremos, mas temos que admitir que situações indesejáveis acontecem nas nossas vidas.

Existe um ditado popular que diz e creio que todos conhecem:

"Quando o mundo fecha uma porta, Deus abre uma janela"

E que janela maravilhosa é, essa janela!
E eu sei que muitas pessoas já tiveram a oportunidade de ver na sua frente essa janela.



Hoje mesmo assisti a um filme que prendeu a minha atenção o tempo todo.

"O amor não tira férias"

Não existe tempestade que não passe. É sempre muito bom aprender que se o dia de hoje não foi um dia bom, amanhã poderemos ter boas surpresas.
Porque caminhar chorando torna a nossa caminhada mais dolorosa.
E como no filme, eu acredito que não nascemos para ser infelizes.



Vi o filme, depois fui fazer a minha caminhada de sempre, e no caminho agradeci a Deus pela oportunidade que me dar, de ver sempre o lado positivo de todas as coisas.

Esse post faz parte da Blogagem Coletiva #52semanasdegratidão da Elaine Gaspareto.





sexta-feira, 7 de abril de 2017

Trajetória de Uma Vida

Esse post faz parte da Blogagem Coletiva #52semanasdegratidão da Elaine Gaspareto.


Lembro-me daquela pequena e grande mulher, com imenso orgulho porque tive a oportunidade de acompanhar os momentos mais difíceis da sua vida. 
Ela quando nasceu era uma menina linda de cabelos e olhos pretos e pele branquinha que ressaltava seus olhos grandes e cheios de expressão e beleza. Era uma menina linda! Muito linda.
Ao completar cinco meses de vida, de repente adoeceu e ninguém sabia explicar que tipo de doença se apoderou do seu corpinho frágil de cinco meses.
Não se alimentava mais e assim foi definhando e definhando até que um dia as primeiras providências para o seu funeral foi providenciado.
A casa cheia de gente para visitar aquele pequeno ser que mal respirava e a sua imagem parecia com a de um anjinho já com as feições próprias de uma criancinha quase morta! Nunca irei esquecer aqueles olhos abertos totalmente brancos, como a dizer que ali não existia mais vida.  Nessa época eu tinha apenas 8 anos. 
Lembro-me daquele dia, muito triste, até o sol que sempre era escaldante naquele dia não apareceu! Era um dia muito triste e nublado que ficou para sempre gravado nas minhas lembranças.
Todos que estavam ali aguardavam somente o seu ultimo sopro de vida!
O padre da cidade também veio como era de costume visitar as pessoas enfermas em seus últimos momentos de vida.
Pra todos os efeitos era o fim de uma vidinha de cinco meses que de um dia para o outro começou a definhar sem uma explicação cabível! Nem mesmo os médicos puderam diagnosticar o mal que se apoderou daquele corpinho!
O dia passou, veio a noite, depois o dia seguinte e depois mais um dia e de repente aquele anjinho deu um suspiro e começou a chorar!
Depois de três dias totalmente inerte esperávamos somente o seu ultimo sopro de vida e concluímos que realmente ninguém parte se não é chegada a hora.
Depois daquele choro veio para os braços da mãe que tratou de alimenta-la. E as pessoas que ali estavam não acreditariam se não estivessem vendo o que estava acontecendo.
Aquela criancinha chorou, se alimentou, recebeu todos os cuidados dali pra frente e não faleceu!



A partir daí começava outra etapa de sua vida!
Os meses passavam, completou um aninho e era sempre muito magrinha e como todas as crianças nesta idade percebíamos que ela não dava sinais de poder andar e falar.
Ainda os médicos não tinham um diagnóstico. Aliás até hoje não se sabe o que causou tamanho sofrimento a uma criancinha de cinco meses. Sabia-se que não tinha paralisia, engatinhava pela casa inteira, instintivamente se especializou em engatinhar. Às vezes ficava muito nervosa, atirava pelos ares tudo que encontrava ao seu alcance e assim viveu até os sete anos de idade, sem andar. Falava poucas palavras. Era pele e osso.
Daquela menina linda que era aos cinco meses restavam somente seus cabelos e olhos pretos, no mais se tornou uma menina feia pelo fato de ser muito magra. Tão magra que seus ossos eram visto a flor da pele. Todos os esforços no sentido de ajuda-la a andar eram em vão.  Suas pernas não tinha equilíbrio, eram puro osso envolvido em pele muito fina. Todas as providências buscava-se no sentido de ajuda-la e assim os anos se passavam. Até mesmo leite de jumenta, porque diziam que curava, cascas de ovos em pó, leite de cabra,  e nenhum remédio era capaz de reverter aquele quadro. Ate que um certo dia o médico já sem acreditar em mais nada, aconselhou a mãe coloca-la todos os dias pra tomar banho de sol. E não demorou muito para que toda essa história tomasse um outro rumo.
Um certo dia, já com sete anos preparou uma grande surpresa para todos nós. Ouvia-se um barulho na cozinha e não se sabia o por que.
Ela simplesmente desceu da cama e não se sabe como.
Engatinhou até onde havia uma cadeira, Apoiando-se nesta, levantou-se pela primeira vez e empurrando a cadeira suas perninhas frágeis deram os primeiros passos nesta vida. Metade do corpo totalmente apoiado no assento, os bracinhos se agarravam a cadeira como se fosse taboa de salvação, e as perninhas finas ensaiavam os primeiros passos para as suas conquistas. Foi a mais vibrante vitória que já pude presenciar.
Era como se ela não nos visse ali, tão concentrada estava em se apoiar com todas as suas forças e realizando talvez o seu grande sonho: o de um dia poder andar.
Sabíamos que seria uma menininha muito doente, que necessitaria de cuidados especiais para o resto da vida.
Sabemos de muito pouco ou quase nada dos mistérios que envolvem a vida!
Quase sempre criamos expectativas, traçamos caminhos que não se realizam, não compreendemos como se processa a vida.
Imaginávamos que aquela pequenina, não teria muitas oportunidades, devido a sua fragilidade.
Engano! Depois que começou a andar, meia que desengonçada e atrapalhada, também pudera, sete anos sentada em uma cadeira, não poderia ser diferente! A partir daí começou a ir a escola e foi crescendo até que se tornou uma adolescente.



E para surpresa de todos, aquela mocinha era o braço direito da sua mãe. Era como se ela quisesse retribuir a todo sofrimento que viu a sua mãe passar.
Acordava cedinho preparava o café da manhã para os seus irmãos em seguida era a responsável pela cozinha e ao meio dia a mesa com o almoço já estava pronta, ela almoçava e em seguida se preparava para ir á escola. Era metódica e organizada e a noite fazia os seus trabalhos de escola.
No dia seguinte era a mesma rotina, sem faltar um detalhe. Era a primeira a acordar, tomar o seu banho, preparar o café da manhã, em seguida providenciar o almoço, preparar a mesa, em seguida almoçar, se preparar pra ir à escola e a noite os deveres de casa.
Aos domingos religiosamente ir á missa porque a família era católica e no domingo ela depois do almoço organizava as suas coisas pessoais.
Acredito que durante sete anos que viveu sentada, viveu aprendendo cada detalhe dos passos da sua mãe.
Enquanto achávamos que ela seria uma pessoa marcada pelo sofrimento ela no silencio aprendia como conduzir a vida.
Não se tornou uma pessoa revoltada como era de se esperar já que na sua infância marcada era tão nervosa e estressada.
Quando estava nervosa jogava tudo que estava ao seu alcance pelos ares.
Também não se tornou uma pessoa medrosa, ao contrário. Ela é aquele tipo de pessoa que vai à luta com unhas e dentes, enfrentando desafios.
Estudou, fez o magistério, agora não era mais uma adolescente, era adulta e casou com um excelente rapaz de uma das famílias mais importantes da região, e foi morar no sitio. Não sei como ela conseguiu se adaptar a sua nova vida porque nasceu e viveu sempre na cidade.
Naquelas épocas tudo era mais difícil. Não existia no sitio as comodidades das cidades, tipo luz e água encanada.
Mas aquela pequenina era um exemplo de força, coragem e determinação. Na cidade onde nasceu não existia ensino superior, mas, isto não era motivo para parar de estudar.
A vida encaminha as pessoas certas no auxilio das outras. A vida oferece oportunidades a uns para que socorram os outros e analisando bem todos estamos envolvidos em um circulo de auxilio de uns para com os outros.
Foi dado a aquele pequenino ser a oportunidade da vida e agora instintivamente passaria a colaborar com o progresso de outros.
E nos arredores do sitio onde foi morar não existiam escolas. As crianças precisavam andar quilômetros até a cidade mais próxima para frequentar uma sala de aula.
E foi assim que aquela que aos sete anos não passava de um pedacinho de gente, raquítica, pele e osso, de olhos pretos, grandes e expressivos, olhar de sofrimento e dor entrava para nova fase de trajetória de sua vida.


Agora aquela jovem senhora, era uma mulher de mais ou menos 1.58m, era baixinha como dizem e bonita, de cabelos bem pretos e olhos grandes.
Sempre magrinha, mas de peso de acordo com sua altura e pernas também muito bonitas. Pra quem viveu durante sete anos sem andar era de causar admiração o fato de não carregar nenhuma sequela da sua infância sofrida.
Passando agora a residir no sitio a primeira providência tomada foi conseguir escolas para aquela região escondida por entre matas e caatingas.
Participou de concursos estaduais e municipais e agora era a professora daquelas crianças.
Não sabemos como conseguia administrar tão bem a casa, escola e faculdade.
Acordava religiosamente as 04:00 horas da manhã para enfrentar uma caminhada de quilômetros até a escola.
Terminada as aulas enfrentava esta mesma caminhada pra voltar pra casa.
À tarde, o seu marido a levava até a cidade, onde um grupo de 30 mulheres se reuniam para viajar 180 quilômetros com destino a Faculdade.
Conseguia retornar pra casa quase sempre a 01:00 hora na madrugada para reiniciar a sua rotina as 04:00 horas da manhã. Isto durante cinco anos. Quatro anos de graduação e um ano de pós-graduação.
Teve dois lindos filhos que hoje para seu orgulho maior estão na faculdade e um deles está se formando agora em medicina.
Hoje continua na sua rotina de sempre e diz que os quilômetros que anda até a escola são os elementos que lhe dá tanta saúde e disposição porque não sabe o que significa uma dor de cabeça ou uma gripe. Sempre disposta, alegre e confiante, tem sempre uma palavra amiga é aquela pessoa que podemos considerar de amiga para todas as horas.
A sua casa rodeada de arvores e plantas parece uma casinha de boneca. Retrata a confiança e o bem estar que traz dentro da alma.
Não gosta de falar da sua infância triste e eu só tomei a liberdade de escrever porque pude acompanhar de perto a sua história que mais parece um milagre.
Nas minhas lembranças ficaram aquele anjinho inerte sobre uma cama, olhos que não fechavam mais e o milagre da vida que Deus escreve em linhas que não temos a capacidade de compreender.
Esta pequenina mulher foi a mulher mais batalhadora e equilibrada que já tive a oportunidade de conhecer. E muito me orgulho por ser a sua irmã.
Sim, esta pequena e grande mulher é minha irmã e continua serena e forte na batalha da vida!
Agradeço a Deus por me dar a oportunidade de ver com os próprios olhos o milagre da vida.
Por ter uma irmã tão amiga, conselheira, carinhosa e caridosa. Hoje sei que foram os raios do sol que curaram a minha irmã. E que a fez tão forte até os dias de hoje.
Sabemos muito pouco da vida. Nem mesmo a ciência é capaz de penetrar no coração e nos dizer sobre os caminhos da vida. Só entendemos esses caminhos quando passamos por eles.
Uma vida para ser bem vivida necessita de experiências. E são as experiências que nos deixa fortalecidos, mesmo que tenhamos que cair mil vezes.
E eu agradeço a Deus por me presentear com a capacidade de entender tudo isso. 

                 

Esse post faz parte da Blogagem Coletiva #52semanasdegratidão da Elaine Gaspareto.




sábado, 1 de abril de 2017

A importancia de ter olhos de ver e coração para enxergar

Esse post faz parte da Blogagem Coletiva #52semanasdegratidão da Elaine Gaspareto.



Muitas das vezes, ou quase sempre não enxergamos exatamente o mundo que nos cerca, ou as coisas que nos rodeia. Ou muitas das vezes só enxergamos aquilo que queremos ver, ou que nos é conveniente. As vezes também temos a solução de determinado assunto ou problema ao alcance de nossas mãos e não aprendemos a desenvolver a sensibilidade para enxerga-las.
No meu simples ponto de vista, ver é uma coisa. Enxergar é outra.
Um certo dia, fazendo a minha caminhada vi um linda flor em um simples galho, nunca parei para olha-la diretamente.
Passaram-se os dias e nessa minha caminhada vi que aquela flor, vitima das chuvas dos últimos dias simplesmente murchou e morreu.
E eu só percebi de verdade o quanto ela era linda depois que morreu. Porque na verdade eu a via todos os dias ali e na minha correria nunca parei para admira-la. E agradecer-lhe por enfeitar os meus olhos.
Parece piada?
Mas não é. Porque nós temos tudo, tudo na medida certa, e exatamente como 2+2=4 dois mais dois são quatro, temos tudo quanto precisamos e não temos olhos para enxergar.
Muitas vezes basta uma pequenina e insignificante flor para despertar em nós, coisas grandiosas, que nos fazem tão bem. Coisas que não compramos nas farmácias e nem em lojas. Coisas que estão dentro de nós e não temos olhos para enxergar.
Porque a nossa vida é muito corrida, porque somos cheios de compromissos, porque o dia e noite somam 24 ou são 48 horas, mas nós precisamos do dobro. Até que chega uma hora que é necessário descansar.
Sim descansar porque nem os grandes atletas correram tanto nas suas vidas de gloria quanto nós que corremos o dia inteiro e nada e nem ninguém nos faz parar.
Talvez, uma dorzinha aqui, uma dorzinha acolá. Pois não é que a danada da dor me fez parar bem em frente da flor morta.


E nessa de dor aqui e dor ali descobri que a nossa maior fonte de vitamina D é o sol. Bom, saber bem que eu sabia, afinal estudei e leio muito. Porem ler é uma coisa, dar a devida atenção ao que se aprende é outra bem diferente.
Talvez a necessidade de curar a tal dor que nenhum anti inflamatório sara me deu um belo puxão de orelha e descobri, ora vejam, que o sol que foi feito para todos, hoje as pessoas morrem de medo dele.
E eu com certeza absoluta era uma delas.


Sol que é luz, vida, saúde está ali e de graça pra espantar tudo quanto é ruim da vida da gente. É só saber usar com moderação.


Depois que comecei a tomar sol, a minha vida é outra. Desenferrujei. Bem que dizem que a luz não se mistura com as trevas. E se dor era treva a luz do sol sarou. Fiquei alegre, disposta, animada e sem dor. E estou fazendo como o Dr. Lair Ribeiro ensinou.





E esse simples episodio da minha vida me fez lembrar que tenho uma irmã, linda e maravilhosa que sofreu uma doença aos cinco meses (depois eu conto) e só veio andar com sete anos. E ela só começou a andar quando o médico mandou a minha mãe coloca-la todos os dias pra tomar banho de sol. 
Como podemos ver. Nós temos tudo que necessitamos e quase sempre não vemos. Mas é que para cada situação existe o momento certo.
Agradeço a Deus por me dar a oportunidade de enxergar com o coração o que o olhos veem.
Pela dor que senti no meu corpo que me fez lembrar que o sol existe. E que existe para todos. Agradeço também ao Dr. Lair Ribeiro por quem tenho profundo respeito e gratidão.



Esse post faz parte da Blogagem Coletiva #52semanasdegratidão da Elaine Gaspareto.




segunda-feira, 27 de março de 2017

A todos os amigos do mundo

Esse post faz parte da Blogagem Coletiva #52semanasdegratidão da Elaine Gaspareto.



Uns tempos atrás escrevi esta postagem. Da importância de se ter um amigo. Da felicidade de se ter um amigo. Dizem que amigos não existem. Amigos no verdadeiro sentido da palavra amigo. Mas, creio, do fundo da minha alma que amigos existem sim. E quando o encontramos devemos preserva-los, guarda-los no mais profundo cantinho do coração. Amigo é pra se guardar para sempre. E eu mesma sou grata ao meu amigo, por ser meu Amigo.

A todos os amigos do mundo
Não importa onde você esteja
Importa somente que seja um amigo!
Não necessariamente o meu amigo
Mas, amigo que soube ser um amigo, seja lá de quem for!
Que soube calar ao invés de criticar
Que soube estender a sua mão quando o mundo parecia desmoronar
Que soube recorrer a uma prece, pois não sabia como ajudar!
Que soube se fazer presente, quando nada mais parecia ter sentido
Que soube olhar ao seu redor e  dizer que nunca estamos sozinhos!
Amigo que tem um ombro forte para apoiar
Amigo não tão somente do que sabe dizer obrigado
Mas amigo também dos que não sabe falar!
Amigo dos animais!
Amigo das plantinhas que estão ali para os nossos olhos enfeitar
Amigo das arvores
Amigo da Terra, do Céu, da Água, do Vento e do Mar
O amigo, não é coisa da minha imaginação!
Pois ele existe sim! E não foram poucas as vezes que tive a felicidade de vê-los!
E para todos os Amigos do Mundo!
Não importa onde estiver!
Que Jesus cubra as suas vidas de Graças!
Pois uma coisa é certa!
Pela Solidariedade e pela Mão Amiga que soube estender!
Nunca caminhará sozinho! A Luz seguirá sempre os seus passos!
E se cair, as mãos de Jesus vão ampará-lo, em nome de todos quantos soube confortar, ouvir e ajudar!




Esse post faz parte da Blogagem Coletiva #52semanasdegratidão da Elaine Gaspareto.